O DIA EM QUE MEU CELULAR TENTOU O SUICÍDIO
Pois é.
Chego eu em casa, segunda feira à noite, após passar pela primeira etapa de conclusão do curso de publicidade e propaganda (entreguei as 3 benditas vias impressas da monografia).
Vou ao banheiro, e carrego junto meu celular. Sabe-se lá por quê, já que seria extrema sacanagem atender o telefone satisfazendo necessidades fisiológicas básicas.
Eis que, não mais que de repente, o celular pula da minha mão. Nesse momento eu fecho os olhos, e rezo à Deus: "não, na privada, não!". Apenas escuto a sonoplastia: SPLEFTH!
Lá estava ele, quase descendo pelo cano... pensei por um momento, e - informação importante - como ainda não havia utilizado o sanitário para a finalidade pretendida, enfiei a mão no vaso resgatando o aparelho suicida.
Secadorzinho de leve, "não molhou muito não, tava com a capa", e já bastou esse evento pra reunir a família inteira ao meu redor opinando. Foi bem ridículo.
Deixei ele desmontado, pra secar durante a noite. De manhã tento e ligar, e...nada.
Chego na agência pedindo socorro, "meu celular caiu dentro da privada!" e Jorge - o especialista em telefonia celular, particularmente Oi - é acionado. Telefone desmontado, mais secador, cara de choro, põe pra carregar e...ligou!!!!!!
Só que está procurando rede. E ainda não achou.
Maiores notícias assim que ele encontrar a bendita rede e tomar uma água de coco. (dã.....)
(tentem mais tarde ou liguem pra Nana caso queiram me achar pelo celular)
Escrito por Roberta às 12h20
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